BLOCO 11 / REGRAS DO BASQUETEBOL

Tempos e substituições

Pedidos, oportunidades, entrada e saída de jogadores, assistência e condições de retorno.

Guia educativo — versão introdutória Basquetebol FIBA 5x5 — referência 2026

Como funcionam os pedidos e as oportunidades?

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A. Como funcionam os pedidos e as oportunidades?

O tempo debitado é uma interrupção solicitada pelo técnico principal ou pelo primeiro assistente. A substituição é uma interrupção solicitada pelo substituto para tornar-se jogador. Ambas dependem de oportunidades regulamentares: pedir não significa poder interromper imediatamente uma jogada ou entrar em quadra. (R1, 18.1 e 18.2.2, p. 24; 19.1–19.2.1, p. 26.)

Para acompanhar o procedimento, distinguir pedido → oportunidade → comunicação da mesa → autorização da arbitragem → retomada. O tempo pode servir à orientação e reorganização da equipe; essa explicação de finalidade é didática. Suas quantidades, duração e condições de concessão vêm das regras, não da vontade de quem está no banco.

Este bloco desenvolve as pendências de tempos e substituições dos Blocos 3, 9 e 10, sem alterar seus registros históricos. As regras e interpretações têm referências próximas; quadros, explicações, exemplos identificados e atividade escolar são elaboração do portal, não tradução oficial nem material certificado pela FIBA.

B. Quem pede e como comunica?

Procedimento Quem solicita e como Cancelamento e limite
Tempo debitado Técnico principal ou primeiro assistente estabelece contato visual com a mesa ou dirige-se a ela, pede claramente e utiliza o sinal convencional. Só pode cancelar antes de soar o sinal do cronometrista relativo ao pedido. Jogador em quadra não ganha esse poder por pedir verbalmente. R1, 18.3.1–18.3.2, p. 25.
Substituição O próprio substituto, não o técnico ou primeiro assistente, dirige-se à mesa e pede claramente com o sinal convencional, ou senta na cadeira de substituição, pronto para jogar. Só pode cancelar antes do sinal do cronometrista. Estar perto do banco ou ouvir uma orientação do técnico não equivale ao pedido regulamentar. R1, 19.3.1–19.3.2, p. 26.

O cronometrista comunica a existência do pedido quando começa a oportunidade. O árbitro conduz a concessão e a entrada. O sinal da mesa não é autorização autônoma para um substituto entrar nem um apito que paralise por si só o jogo. (R1, 18.3.4, p. 25; 19.3.3–19.3.4, p. 26; 50.1, p. 60.)

Em regra, o tempo é atribuído à equipe que primeiro o solicitou. Há a ressalva de concessão após cesta marcada pelos adversários, sem infração cometida: não se transporta mecanicamente a prioridade cronológica para essa hipótese. (R1, 18.2.7, p. 25.)

C. Quantidade, duração e começo da contagem

Momento da partida Quantidade por equipe Condições
Primeira metade: primeiro e segundo quartos Dois tempos no total dessa metade. Não são dois em cada quarto. R1, 18.2.5, p. 24.
Segunda metade: terceiro e quarto quartos Três tempos no total, com no máximo dois quando restam 2:00 ou menos no quarto quarto. Ter pedido antes de 2:00 não preserva uma terceira concessão se ela só ocorrer depois desse marco. R1, 18.2.5; R2, 18/19-21–18/19-23, pp. 50–51.
Cada prorrogação Um tempo. Não acumular o que sobrou da metade ou da prorrogação anterior. R1, 18.2.5–18.2.6, pp. 24–25.
Duração no regime ordinário de tempos das equipes Um minuto. Começa com apito e sinal do árbitro, não no instante do pedido; termina com apito e chamado para retorno. R1, 18.2.1, p. 24; 18.3.3, p. 25.

O cronometrista inicia seu cronômetro no marco de autorização, sinaliza aos cinquenta segundos e ao final do tempo. Os cinquenta segundos são aviso, não redução da duração oficial para cinquenta. Se houve falta antes da concessão, primeiro se completa a comunicação pertinente com a mesa; no caso de quinta falta, isso inclui a substituição necessária. R2 permite que os jogadores se dirijam ao banco nessas situações mesmo antes do início formal do tempo, sem antecipar a contagem. (R1, 50.3, p. 61; R2, 18/19-16–18/19-17, p. 49.)

R2, 18/19-23, descreve pedido aos 2:09 do quarto quarto, concedido aos 1:58: o registro considera que nenhum tempo havia sido concedido antes dos dois minutos; depois dessa concessão resta apenas um. O instante do pedido não pode ser confundido com o da concessão. (R2, p. 51; R1, anexo B.7.2, p. 73.)

O anexo E admite regime específico de tempos de mídia decidido pela organização, inclusive durações próprias. Essa possibilidade não altera, por generalização, o minuto do regime ordinário explicado aqui e não é proposta para a aula escolar. (R1, anexo E.1–E.3, p. 96.)

D. Quando começa e termina uma oportunidade?

Acontecimento Tempo debitado Substituição
Bola morta, relógio de jogo parado e comunicação do árbitro com a mesa encerrada Oportunidade para ambas as equipes. Oportunidade para ambas as equipes.
Bola torna-se morta após último lance livre convertido Oportunidade para ambas. Oportunidade para ambas.
Cesta de quadra convertida, sem outra interrupção Oportunidade para a equipe que sofreu a cesta. Oportunidade para a equipe que sofreu a cesta somente com 2:00 ou menos no quarto quarto ou em prorrogação.
Bola à disposição para reposição ou primeiro lance livre Encerra a oportunidade. Encerra a oportunidade.
Intervalos entre períodos Não são oportunidades de conceder tempo debitado antes de começar o tempo de jogo do período ou após seu término. Pode haver substituições nos intervalos entre quartos e prorrogações; a regra geral não as concede antes do início do tempo de jogo do primeiro quarto nem após o término da partida. Ressalvar a troca de titular lesionado prevista em 5.8.

Referências do quadro: R1, 18.2.2–18.2.4, p. 24; 19.2.1–19.2.3, p. 26; R2, 18/19-1–18/19-2, p. 46. As condições de pedidos já feitos durante séries de lances livres são detalhadas na seção G.

A equipe que acabou de marcar não obtém tempo ou substituição apenas porque o relógio parou após sua cesta nos últimos dois minutos do quarto quarto ou de prorrogação; preservar a hipótese de interrupção pelo árbitro. Se a equipe que sofreu a cesta recebe tempo, abrem-se as possibilidades descritas para as duas equipes; se recebe substituição na oportunidade própria, a adversária também pode substituir e ambas podem pedir tempo, nas condições de R2. (R1, 18.2.8, p. 25; 19.2.5, p. 26; R2, 18/19-3–18/19-4, p. 46.)

Abertura do primeiro quarto e início de contagem não são o mesmo marco. No caso 18/19-2, após o lançamento da bola ao alto mas antes de toque legal, ocorre violação e reposição: ainda não se concede tempo ou substituição, pois o relógio não começou. Tampouco um sinal de arremesso com a bola já em voo cria automaticamente uma oportunidade. (R2, 18/19-2–18/19-4, p. 46; Bloco 4.)

E. Entrada, saída e nova troca

O substituto aguarda fora da linha até o árbitro apitar, sinalizar a substituição e chamá-lo para entrar. Quem sai pode ir diretamente ao banco, sem apresentar-se novamente à mesa ou ao árbitro. As trocas devem ser concluídas rapidamente. A mudança de condição entre jogador e substituto acompanha os atos regulamentares, não a iniciativa de sair correndo para dentro da quadra. (R1, 19.3.3–19.3.6, p. 26; 4.2.3, p. 12.)

Depois de uma troca, quem entrou não pode sair novamente, e quem saiu não pode retornar, até que a bola fique morta outra vez após um trecho com o relógio de jogo em andamento. As exceções de 19.2.4 são redução a menos de cinco jogadores em quadra e executante devido por correção de erro que estava no banco após substituição legal. Quinta falta, desqualificação ou outra necessidade regulamentar não são ignoradas para manter em quadra alguém sem direito de jogar. (R1, 19.2.4, p. 26; R2, 18/19-14–18/19-15, p. 49.)

Durante tempo debitado ou intervalo que não seja o meio-tempo, o substituto deve apresentar-se ao cronometrista antes de entrar. A ressalva do meio-tempo não elimina inscrição, habilitação, composição da equipe ou deveres de registro. (R1, 19.3.7, p. 27; art. 4.)

Quem comete cinco faltas ou é desqualificado precisa ser substituído imediatamente, em até trinta segundos. R1 prevê consequências para retardamento dessa substituição, incluindo possível tempo atribuído à equipe e técnica ao técnico se não houver tempo restante. Esse prazo trata da troca regulamentar; não constitui prazo clínico de remoção de uma pessoa lesionada. (R1, 19.3.6, p. 26; R2, 5-12–5-13, p. 11.)

F. Lesão, assistência, sangramento e permanência

O jogo pode ser interrompido imediatamente quando necessário à proteção do lesionado. A entrada de pessoas do banco para atender exige a permissão prevista em 5.4; com bola morta, o médico pode entrar sem essa permissão se julgar necessário atendimento imediato, conforme 5.5. Não se fornece aqui protocolo médico. (R1, 5.1–5.5, p. 14.)

Situação identificada Condição regulamentar Cuidado necessário
Lesionado não consegue continuar imediatamente, nos aproximadamente quinze segundos indicados, ou recebe tratamento/assistência nas condições da regra Substituição, ressalvada a redução da equipe a menos de cinco em quadra. Não impor quinze segundos como prazo clínico de atendimento. R1, 5.3, p. 14; 19.2.6, p. 26.
Pessoa do banco entra em quadra para atender alguém lesionado, aparentemente lesionado ou que necessita ajuda R2 considera recebimento de tratamento/assistência mesmo sem intervenção efetiva nas situações descritas. Não limitar assistência a procedimento médico realizado. R2, 5-1–5-4, p. 10.
Ajuda prestada a partir da área do banco, sem atrasar prontamente o reinício Pode não exigir substituição nas condições de R2. Lugar da ajuda, prontidão e atraso importam; não estender a qualquer atendimento. R2, 5-5–5-8, pp. 10–11; 5-10–5-11, p. 11.
Sangramento ou ferida aberta Substituição, com a ressalva de recuperação durante tempo debitado tratada em 5.7; para voltar, o sangramento deve ter cessado e a área/ferida estar completa e seguramente coberta. Cumprir também habilitação e procedimentos de substituição; cumprir a condição física não autoriza entrada imediata. R1, 5.6, p. 14.
Lesão de titular designado antes do início ou tratamento por lesão entre lances livres Aplicar a substituição própria; adversário pode substituir o mesmo número de jogadores, se quiser. Não abrir troca ilimitada do adversário. R1, 5.8, p. 14; R2, 5-16–5-17, p. 12.

Recuperação durante tempo debitado — marcos documentais que devem ficar explícitos: R1, 5.7, permite continuar quando o lesionado, jogador com sangramento ou ferida se recupera durante tempo de qualquer equipe antes do sinal do cronometrista para a substituição. R2, 5-14, inclui assistência e formula a condição como sinal de encerramento do tempo antes de o árbitro chamar o substituto. R2, 5-15, distingue pedido de tempo antes ou depois de o substituto entrar: no primeiro caso descrito, recuperação durante o tempo permite continuar; no segundo, a troca já ocorreu e o retorno aguarda o fim do próximo trecho com relógio em andamento. (R1, p. 14; R2, p. 12.)

Essas formulações não são apresentadas como se mencionassem o mesmo sinal. Não se cria autorização universal de permanência por ter havido recuperação durante qualquer tempo, nem retorno imediato depois de troca já efetivada. Sequências em que os marcos de sinalização, chamado e entrada produzem dúvida entre esses textos ficam como pendência específica de esclarecimento, sem harmonização autoral. Para sangramento ou ferida, permanecem as condições de 5.6; segurança e avaliação profissional não são substituídas pelos critérios administrativos.

A lacuna histórica do Bloco 3 recebeu agora consulta dirigida, mas não se altera sua redação: os casos claros foram explicados e a diferença temporal encontrada permanece identificada. Para remoção de lesionado grave, R2 não fixa limite quando o médico entende que retirar a pessoa é perigoso. (R2, 5-12–5-15, pp. 11–12.)

G. Relação com séries de lances livres

Antes de a bola estar à disposição para o primeiro lance, pode haver concessão na oportunidade válida. Depois desse marco, pedidos dependem das condições de 18.3.6 e 19.3.9: último lance convertido, último lance errado seguido de reposição, nova falta entre lances ou antes da bola viva após o último, ou violação antes da bola viva após o último. Preservar a ordem e as exceções das penalidades; séries decorrentes de faltas diferentes são tratadas separadamente. (R1, pp. 25 e 27.)

Sequência, sem outros fatos que mudem a administração Resultado para o pedido feito após a disposição no primeiro lance Referência
Último lance errado, toca o aro e o jogo continua Não conceder durante o rebote em andamento. R2, 18/19-5–18/19-7, pp. 47–48.
Último lance convertido, antes da disposição para a reposição Pode conceder para ambas as equipes, se solicitado. R2, 18/19-6–18/19-7, pp. 47–48.
Último lance erra o aro ou há a violação do executante descrita em 18/19-7 Oportunidade antes da reposição, conforme a decisão dessa ocorrência. R2, 18/19-7, pp. 47–48.
Violação somente defensiva exige lance substitutivo Executar a tentativa substitutiva; se convertida, conceder o pedido nas condições do caso. R2, 18/19-7(e), pp. 47–48.
Técnica de jogador entre lances da mesma série Administrar o lance da técnica sem criar intervalo livre de pedidos antes/depois dele; a série original prossegue. Exceção para substituto que entra para executar esse lance: adversário pode trocar um jogador. R2, 18/19-5 e 18/19-10–18/19-12, pp. 47–49.
Executante precisa sair por lesão, quinta falta ou desqualificação Substituto executa os lances devidos e observa a restrição de nova troca; sem substituto disponível, aplica-se 44.2.1. R1, 19.3.8, p. 27, e 44.2.1, p. 52.

A técnica entre lances não impede uma substituição obrigatória por quinta falta: 18/19-12 determina a saída do infrator. O substituto que entra para cobrar técnica e os jogadores trocados na oportunidade correspondente não podem ser imediatamente alternados de novo; observar o trecho seguinte com relógio em andamento. Os casos tratam da técnica de jogador ali descrita, sem universalizar penalidades atribuídas por desqualificação de integrantes do banco. (R2, 18/19-10–18/19-15, pp. 48–49.)

H. Situações que exigem comunicação cuidadosa

  • Pedido tardio: no caso 18/19-8, o cronometrista sinaliza por engano depois de encerrada a oportunidade e o árbitro apita. A substituição tardia não é concedida; o erro do sinal não fabrica uma oportunidade válida para aquele pedido. (R2, p. 48.)
  • Goaltending ou basket interference: a violação com interrupção, bola morta e pedido abre a oportunidade descrita em 18/19-9. Não confundir com sinal de arremesso enquanto a bola segue legalmente em voo. (R2, p. 48.)
  • Retorno do tempo: as equipes devem atender ao chamado. Os casos 18/19-18–18/19-20 distinguem advertência, nova atribuição de tempo e técnica B1, conforme conduta e saldo; um tempo atribuído por atraso na volta do meio-tempo não dura um novo minuto. Não se usa uma penalidade única para todos os atrasos. (R2, p. 50.)
  • Tempo e faltas técnicas/agravadas: nas condições de 18/19-24–18/19-26, o tempo concedido antecede a administração dos lances; falta cometida durante o tempo é administrada depois dele. Isso não abre um pedido entre quaisquer dois lances nem elimina a prioridade e a exceção de 43.2.4. (R2, p. 51; R1, 43.2.4, p. 51.)
  • Avançar a reposição: o tempo só permite a escolha de 17.2.4 com os requisitos de momento, equipe e direito à bola na defesa já desenvolvidos no Bloco 10. Não se ganha avanço em toda interrupção.

I. Dúvidas frequentes

  • O técnico pode pedir substituição no lugar do substituto? O pedido regulamentar é feito pelo substituto, pronto para jogar; a orientação do técnico não substitui sua apresentação.
  • A bola morreu: já posso entrar? A oportunidade exige suas condições e a entrada depende do árbitro. A entrega para reposição ou primeiro lance encerra a oportunidade.
  • Posso guardar três tempos para os dois minutos finais? Não. O limite nesse trecho do quarto quarto é dois, independentemente de pedido feito antes e concedido depois do marco.
  • Quem acabou de sair pode voltar durante o mesmo tempo? Não automaticamente. Aplicar a restrição de 19.2.4, as exceções expressas e as condições da troca.
  • Recuperar-se durante o tempo sempre evita a substituição? Não. Conferir os marcos da seção F, se a troca já foi efetivada e, quando houver sangramento, os requisitos próprios.
  • Atender alguém precisa terminar em quinze segundos? Não. O indicador regulamentar não é limite clínico, e a remoção perigosa de lesionado grave tem ressalva médica expressa.

J. Quatro exemplos hipotéticos autorais

Os exemplos são elaborações didáticas do portal, com equipes e participantes fictícios, não casos oficiais de R2.

  1. Pedido não é concessão: no segundo quarto, a técnica de Serra pede tempo à mesa enquanto Lago mantém a bola viva. Nenhum fato abre oportunidade naquele instante. Depois, a bola sai, fica morta, o relógio para e o árbitro encerra a comunicação com a mesa. Havendo saldo, o tempo pode ser concedido: não começou no pedido. (R1, 18.2.2–18.2.5, p. 24; 18.3.3–18.3.4, p. 25.)
  2. Entrada autorizada e limite da nova troca: em oportunidade válida, S8 apresenta-se pronto à mesa, aguarda o chamado do árbitro e substitui S4. Antes de o relógio voltar a correr, deseja sair novamente por escolha tática; não há lesão, quinta falta, desqualificação, redução a menos de cinco ou correção de erro. A nova troca não pode ocorrer nessa sequência. (R1, 19.2.4 e 19.3.1–19.3.4, p. 26.)
  3. Uma cobrança ainda está em disputa: L7 tem dois lances da mesma penalidade; após a disposição para o primeiro, Lago pede tempo. O segundo erra, toca o aro e, sem violação, falta ou penalidade posterior, segue-se rebote com bola viva. O pedido aguarda outra oportunidade; não se interrompe a disputa para concedê-lo. (R1, 18.3.6, p. 25; R2, 18/19-5–18/19-7, pp. 47–48.)
  4. Recuperação não desfaz troca efetivada: S6 substituiu S3 lesionada e já entrou legalmente; depois é concedido tempo. S3 recupera-se durante esse tempo e pretende retornar na mesma interrupção. Sem a exceção de equipe reduzida ou outra hipótese expressa, não pode retornar antes de a bola ficar morta após o próximo trecho de relógio em andamento. O exemplo não julga a recuperação clínica nem a sequência controvertida anterior ao chamado do substituto. (R1, 19.2.4, p. 26; R2, 5-15(b), p. 12.)

K. Atividade escolar autoral — pedido, oportunidade e autorização

  • Objetivo: distinguir quem solicita, quando surge oportunidade e quem autoriza, relacionando assistência, substituição e retorno com os fatos necessários.
  • Público e adaptações: turmas de Educação Física, com vocabulário e quantidade de condições graduados; começar por pedido e entrada, acrescentando lances livres e marcos de retorno.
  • Materiais: cartões textuais e quadro ou papel, com as palavras “pedido”, “oportunidade”, “sinal da mesa”, “autorização” e “faltam dados”; sem equipamento oficial obrigatório.
  • Organização: grupos ou análise individual com alternância de leitura, ordenação e justificativa; participação sentada e sem deslocamento obrigatório.
  • Desenvolvimento: ordenar sequências completas; comparar cesta sofrida no segundo quarto e nos últimos dois minutos do quarto quarto. Incluir “recuperou-se durante o tempo” sem informar sinal, chamado ou entrada, para identificar os dados ausentes e a ressalva documental, sem decidir por suposição.
  • Inclusão e acessibilidade: leitura oral, texto ampliado e respostas por fala, escrita, apontamento ou outro meio acessível; apoio cooperativo e tempo flexível, sem depender de cores.
  • Segurança: não encenar lesões, sangramento, atendimento, faltas ou entrada tumultuada; não exigir execução motora nem usar substituição como exclusão ou punição escolar.
  • Avaliação: compreensão dos marcos e qualidade da justificativa, incluindo reconhecer informação insuficiente; não avaliar velocidade, aptidão física ou diagnóstico de saúde.

A atividade, seus cartões e a alternância de responsabilidades são adaptação escolar autoral, não obrigação da FIBA ou exigência específica da BNCC. Ajustes escolares de duração, número de pausas ou rodízio devem ser nomeados como combinados da aula, sem alterar a descrição do regulamento oficial.

L. Referências normativas e rastreabilidade

  • R1 — Official Basketball Rules 2026, v1.1: artigo 18 integral, 18.1–18.2.5, p. 24, e 18.2.6–18.3.6, p. 25; artigo 19 integral, 19.1–19.3.6, p. 26, e 19.3.7–19.3.9, p. 27. Complementos: 5.1–5.8, p. 14; 4.2.3, p. 12; 17.2.4, p. 23; 43.2.4, p. 51; 44.2.1, p. 52; 50.1, p. 60, e 50.3, p. 61; anexo B.7, p. 73, e anexo E.1–E.3, p. 96. Consultar R1.
  • R2 — Official Interpretations 2026, v1.0: seção conjunta 18/19-1–18/19-26 consultada textualmente: 1–4, p. 46; 5–6, p. 47; 7, pp. 47–48; 8–11, p. 48; 12, pp. 48–49; 13–17, p. 49; 18–22, p. 50; 23–26, p. 51. Uso seletivo nos temas indicados, não reprodução integral dos exemplos. Complementos de assistência: 5-1–5-8, pp. 10–11; 5-10–5-13, p. 11; 5-14–5-17, p. 12, com distinção expressa entre os marcos de 5.7 e 5-14. Consultar R2.
  • Natureza e autoria: consulta textual parcial e dirigida aos artigos e grupos citados. R1 contém as disposições, R2 esclarece os casos oficiais; a organização, os quadros, os exemplos identificados e a atividade são autorais. Não se verificaram visualmente os sinais nem se confirmou tradução oficial em português.

M. Pendências e limites atuais

  1. Marcos de permanência após recuperação: a diferença entre R1, 5.7, e R2, 5-14–5-15, precisa de esclarecimento específico para sequências situadas entre os sinais e o chamado/entrada; não se declara uma equivalência temporal não demonstrada.
  2. Preservação histórica: as pendências antigas de pesquisa de tempos, substituições e assistência receberam desenvolvimento neste bloco. Seus registros anteriores ficam intactos; isso não significa que os artigos 18 e 19 continuem inteiramente sem pesquisa.
  3. Divergências anteriores: permanecem a do artigo 29 e a de R2, 36-30/36-31 versus 36-34, sobre excluídos. Nenhuma regra de retorno, B1/B2 ou reinício de relógio é criada para reconciliá-las.
  4. Limites administrativos e de saúde: combinações adicionais, erros corrigíveis e revisão de decisões dependem dos dispositivos próprios. O texto não fornece protocolo médico nem autorização clínica para retorno.
  5. Documentação: tradução oficial portuguesa, validação visual de sinais e diagramas, auditoria transversal das remissões históricas e verificação abrangente de erratas ou versões posteriores permanecem pendentes.

Estado editorial: Guia educativo — versão introdutória, com referências e ressalvas documentais preservadas; não constitui certificação FIBA.