Mapa visual do lance livre
Retrato do posicionamento antes da soltura. E é o executante; A identifica seus companheiros; D, os adversários. Os identificadores são didáticos e não números de camisa. As posições externas são exemplos, não pontos fixos obrigatórios.
Em telas pequenas, role o desenho na horizontal. Pelo teclado, foque o quadro e use as setas laterais.
- 1 — Cesta e área restritiva
- O losango indica o centro da cesta; o preenchimento identifica a área restritiva. Os pequenos retângulos tracejados representam os lugares de rebote, não novas linhas pintadas na quadra.
- 2 — Executante E
- Fica atrás da linha e dentro do semicírculo. Deve soltar a bola em até cinco segundos após ela ser colocada à sua disposição; não pode tocar a linha ou entrar na área restritiva até a bola entrar na cesta ou tocar o aro. Não pode simular a cobrança. (R1, 44.2.3.)
- 3 — Lugares de rebote
- D1/D2 ficam mais próximos da cesta, A1/A2 nos lugares seguintes e D3 em um terceiro lugar. O outro terceiro lugar está desocupado neste exemplo. A alternância deve ser respeitada: lugar vazio não autoriza ocupar o do adversário. Os ocupantes não podem entrar na área restritiva ou zona neutra nem deixar o lugar antes da soltura da bola; também não podem distrair o executante. (R1, 44.2.4 e diagrama 7; R2, 44-2.)
- 4 — Jogadores externos
- A3/A4 e D4/D5 ficam atrás do prolongamento da linha de lance livre e atrás da linha de três pontos até o término do lance. A soltura da bola não os libera antecipadamente. A linha tracejada é um prolongamento imaginário, não uma marcação adicional. (R1, 44.2.5; R2, 44-1.)
Três marcos diferentes: soltura da bola para a movimentação dos ocupantes dos lugares de rebote; entrada na cesta ou toque no aro para a restrição do executante; término do lance para os jogadores externos. Isso não elimina outras restrições, como as de contato ou interferência na cesta.
Quando este desenho não se aplica: se houver outra série de lances livres ou reposição em seguida, os demais jogadores ficam nas posições externas; não se organiza essa ocupação para disputar o rebote. O executante mantém sua posição própria. Ocupar lugares de rebote é um direito, não obrigação de preenchê-los. (R1, 44.2.3 e 44.2.6; R2, 44-2.)
Descrição textual equivalente
A cesta está na parte superior da vista. A área restritiva se estende da linha de fundo à linha de lance livre. E ocupa a região do semicírculo, atrás dessa linha. Em cada lado da área há lugares de rebote: primeiro os adversários D1 e D2; depois, separados dos primeiros pela zona neutra, os companheiros A1 e A2; a seguir D3 de um lado e um lugar vazio do outro. Fora desses espaços, A3, A4, D4 e D5 estão além das duas referências exigidas: prolongamento da linha de lance livre e linha de três pontos. Quadrados com a letra A identificam companheiros; círculos com D identificam adversários; o círculo preenchido E identifica o executante. Nenhuma seta autoriza deslocamento: os marcos de liberação estão explicados na legenda.
Fundamentação: R1 — Official Basketball Rules 2026, v1.1, 44.2.3–44.2.4 e diagrama 7, p. 52; 44.2.5–44.2.6, p. 53. Geometria de apoio: 2.5.2–2.5.4, pp. 7–8, e diagrama 3, p. 9. As páginas 9 e 52 foram conferidas visualmente para este recurso. R2, 44-1–44-2, p. 116, conforme os registros textuais do Bloco 9. Consultar R1 · Consultar R2.
Simplificações e limites: desenho original de parte da quadra, sem cotas completas; jogadores e cesta são símbolos ampliados, sem representar a dimensão corporal ou equipamentos. As caixas dos lugares e da zona neutra são destaques didáticos; sua ocupação foi escolhida para este exemplo. Foram omitidos árbitros, trajetória da bola, detalhes da tabela, semicírculo de não carga e demais marcações. O recurso complementa o texto, não substitui especificações oficiais nem constitui ilustração homologada pela FIBA. Não resolve as divergências documentais preservadas no bloco nem ensina todas as penalidades. Uma atividade escolar pode usar a leitura do desenho sem execução motora, saltos ou disputa física.
Quadros largos podem ser rolados na horizontal. Pelo teclado, coloque o foco no quadro e use as setas laterais.
A. Como compreender a organização dessa situação?
O lance livre é uma oportunidade de marcar um ponto, sem oposição à cobrança, de uma posição atrás da linha de lance livre e dentro do semicírculo. “Sem oposição” não elimina regras de posicionamento, prazo ou comportamento dos demais jogadores. O ponto só é reconhecido se as condições regulamentares forem cumpridas. (R1, 44.1.1, p. 51; 16.2.1, p. 22.)
Este bloco acompanha a sequência penalidade definida → executante identificado → jogadores posicionados → cobrança → consequência e retomada. O Bloco 8 explica a classificação das faltas e a administração de situações especiais; aqui, o foco é compreender o procedimento do lance livre de maneira independente, sem reproduzir aquele inventário de faltas.
As explicações e os quadros são elaborações didáticas do portal, apoiadas nos dispositivos indicados. Os exemplos e a atividade escolar são autorais. O texto trata de basquetebol FIBA 5x5, sem se apresentar como tradução oficial, certificação ou autorização de publicação.
B. Quando há lances livres e quantos são?
Nem toda falta produz lances livres e nem toda sequência termina com disputa de rebote. A penalidade aplicável determina quantidade, executante e eventual reposição posterior. Uma série de lances livres corresponde aos lances e à possível posse seguinte provenientes de uma única penalidade de falta; duas faltas não devem ser fundidas em uma série apenas porque suas cobranças ocorrem consecutivamente. (R1, 44.1.2, p. 51; 43.2, p. 51.)
| Origem da cobrança | Condições essenciais | Referência |
|---|---|---|
| Pessoal contra jogador em ato de arremesso | Se a cesta é válida e convertida, mais um lance; se a tentativa de dois ou três pontos não é convertida, dois ou três lances, respectivamente. O reconhecimento do ato e da validade exige suas condições próprias. | R1, 34.2.2, p. 42; arts. 15–16, já tratados. |
| Pessoal fora do ato de arremesso | A aplicação pode ser reposição ou lances conforme a situação de faltas da equipe. A pessoal cometida pela equipe com controle ou direito à bola não se transforma em dois lances simplesmente por atingir uma contagem coletiva. | R1, 34.2.1, p. 42; 42.2.1–42.2.2, p. 50. |
| Técnica na administração ordinária de 36.3.2 | Um lance para os adversários; a retomada posterior conserva as condições do artigo 36. Não há transferência automática da posse para quem cobrou. Não estender essa quantidade às atribuições técnicas decorrentes de desqualificação previstas em 39.3.4. | R1, 36.3.2, p. 45; 39.3.4, pp. 47–48. |
| Disruptive, flagrant e desqualificante | Quantidade, contato, situação do arremesso e direito posterior precisam ser identificados nos dispositivos próprios. Não se atribuem dois lances indistintamente a todas essas faltas. | R1, 37.2.2 e 38.2.2, p. 46; 39.3.3–39.3.4, pp. 47–48. |
| Hipótese específica de falta na reposição | O artigo 34 prevê um lance e reposição nas condições da falta na reposição; não é a consequência de qualquer contato em qualquer reposição. | R1, 34.1.2 e 34.2.3, p. 42. |
A equipe entra em situação de penalidade coletiva após quatro faltas da equipe no quarto; as pessoais seguintes contra jogador fora do ato de arremesso recebem dois lances, preservadas a exceção da equipe com controle ou direito à bola e a falta na reposição de 34.2.3, com sua penalidade específica. As prorrogações integram a contagem do quarto quarto. (R1, 42.1.1–42.1.3 e 42.2.1–42.2.2, p. 50.)
Uma atribuição técnica ao técnico por desqualificação de outro integrante pode envolver dois lances e reposição, conforme a hipótese de 39.3.4. Não se escolhe a quantidade somente pela palavra “técnica”. A divergência específica sobre excluídos continua registrada nos limites deste bloco. (R1, 39.3.4, pp. 47–48; Bloco 8.)
A GD por acumulação não é uma nova falta que, por si só, acrescente lances livres. Penalidades iguais canceladas e outras infrações durante a interrupção também exigem a sequência do artigo 43. Essas conexões retomam o Bloco 8; não constituem um novo manual geral de faltas. (R1, 36.2.3–36.2.5, p. 44; 38.2.3–38.2.4, p. 46; 43.2.1–43.2.8, p. 51.)
C. Quem executa e o que muda se precisar sair?
| Situação | Executante e condição | Referência |
|---|---|---|
| Pessoal, disruptive, flagrant ou desqualificante com contato | Cobra o jogador que sofreu a falta. A escolha não pode ser transferida livremente ao melhor cobrador. | R1, 44.2.1, p. 52. |
| O jogador que sofreu a falta está designado para uma substituição, mas não precisa deixar obrigatoriamente a partida | Ele executa antes da substituição. | R1, 44.2.1, p. 52. |
| O executante precisa sair por lesão, cinco faltas ou desqualificação | Cobra seu substituto. Sem substituto disponível, cobra um companheiro designado pelo técnico principal. | R1, 44.2.1, p. 52. |
| Técnica ou desqualificante sem contato | Cobra um integrante da equipe adversária designado pelo técnico principal, observada sua habilitação regulamentar. Não se autoriza jogador excluído ou desqualificado a voltar para cobrar. | R1, 44.2.2, p. 52; art. 4, já tratado. |
Na substituição obrigatória por lesão, cinco faltas ou desqualificação, o substituto que executa precisa participar do próximo período com o relógio de jogo em andamento antes de poder ser novamente substituído. Trata-se da restrição específica de 19.3.8, não de um protocolo de atendimento nem de permissão de retorno para o executante excluído ou desqualificado. Os demais pedidos e oportunidades de substituição ficam para o Bloco 11. (R1, 19.3.8, p. 27.)
D. Sequência da cobrança e obrigações do executante
- Identificar a penalidade e o executante corretos, incluindo se haverá outro lance, outra série ou reposição de penalidade em seguida.
- Organizar os jogadores nos lugares permitidos. A ausência de disputa de rebote não significa ausência de posições regulamentares.
- O executante ocupa a posição atrás da linha de lance livre e dentro do semicírculo. Quando o árbitro coloca a bola à sua disposição, ela se torna viva e começa o prazo de cinco segundos para soltá-la. O relógio de jogo não começa a correr simplesmente porque a bola se tornou viva. (R1, 44.2.3, p. 52; 10.2, p. 17; marcos do Bloco 4.)
- O método de execução deve fazer a bola entrar na cesta por cima ou tocar o aro. Não basta tocar somente a tabela; não é permitido simular a cobrança.
- O executante não pode tocar a linha de lance livre nem entrar na área restritiva até a bola entrar na cesta ou tocar o aro. A soltura pelas suas mãos, sozinha, não o libera para avançar. (R1, 44.2.3, p. 52.)
A sequência é uma organização didática das exigências oficiais, não uma lista completa de sinais de arbitragem. “Bola à disposição” indica a condição regulamentar de poder utilizá-la para cobrar; não se confunde com bola ainda sendo conduzida pelo árbitro ou com acionamento de cronômetros.
E. Onde ficam os demais jogadores e quando podem avançar?
Área restritiva é a região delimitada junto à cesta; lugares de rebote são os espaços marcados ao seu redor; linha prolongada é a extensão imaginária de uma linha além de seu segmento marcado. O mapa visual complementar deste bloco é um diagrama didático autoral; sua construção incluiu a conferência visual das páginas 9 e 52 de R1, conforme documentado no componente. Essa conferência não equivale à validação normativa integral das fontes.
| Participantes ou administração | Posição e restrições | Marco que deve ser observado |
|---|---|---|
| Executante | Atrás da linha e dentro do semicírculo; não tocar a linha nem entrar na área restritiva. | Aguardar a entrada da bola na cesta ou seu contato com o aro. R1, 44.2.3, p. 52. |
| Ocupantes dos lugares de rebote | Espaços de um metro, em posições alternadas a que têm direito; não ocupar lugar alheio, entrar na área restritiva ou zona neutra, nem sair do lugar antecipadamente; não distrair o executante. | Para as restrições de deslocamento indicadas, aguardar a soltura da bola pelas mãos do executante. R1, 44.2.4, p. 52. |
| Jogadores que não ocupam lugares de rebote | Atrás do prolongamento da linha de lance livre e atrás da linha de três pontos. | Permanecer nessas posições até o término do lance livre. R1, 44.2.5, p. 53; R2, 44-1, p. 116. |
| Equipe que deixa desocupados seus lugares de rebote | Não pode ocupar os lugares do adversário; seus jogadores ficam nas posições externas previstas para quem não ocupa esses espaços. | Até o término do lance livre. R2, 44-2, p. 116. |
| Lance seguido por outra série ou por reposição | Os demais jogadores ficam atrás do prolongamento da linha de lance livre e da linha de três pontos; o executante mantém sua posição própria de cobrança. | Não se organiza disputa de rebote nessa administração. R1, 44.2.3 e 44.2.6, pp. 52–53. |
Os três marcos — soltura, entrada na cesta ou toque no aro e término do lance — não são intercambiáveis. Por exemplo, a soltura permite a movimentação prevista para quem ocupa lugar de rebote, mas não autoriza o executante a pisar na linha. O caso 44-2 também mostra que ocupar os lugares disponíveis é um direito, não uma obrigação de preencher todos eles.
F. Violações: quem agiu, qual foi o resultado e o que ainda falta administrar?
Infrações às exigências de 44.2.3–44.2.6 são violações. Para decidir sua consequência, identificar o agente, se o lance foi convertido, se era o último e se há outra penalidade ou posse posterior. “Invadiu, repete” não serve como regra universal. (R1, 44.3.1–44.3.3, p. 53.)
| Fatos necessários | Consequência regulamentar | Condição ou limite |
|---|---|---|
| Lance convertido, com violação do próprio executante | O ponto não conta; reposição adversária no prolongamento da linha de lance livre. | Ressalvar outro lance ou penalidade de posse ainda a administrar. R1, 44.3.1. |
| Lance convertido, com violação de outro jogador, sem violação do executante | O ponto conta e a violação é desconsiderada. | Não usar essa disposição para validar cobrança com violação do executante. R1, 44.3.2. |
| Último lance convertido na hipótese anterior, sem penalidade posterior que determine outra administração | Reposição adversária de qualquer lugar atrás de sua linha de fundo. | Direito de reposição de penalidade ainda existente não é apagado. R1, 44.3.2; 43.2. |
| Último lance não convertido, com violação do executante ou de companheiro | Reposição adversária no prolongamento da linha de lance livre. | Exceção: a equipe que cobrou tem direito à posse seguinte. R1, 44.3.3. |
| Lance não convertido, com violação apenas de adversário | Outro lance substitui o anterior, cobrado pelo mesmo executante. | Não é troca do jogador nem ponto concedido automaticamente. R1, 44.3.3. |
| Último lance não convertido, com violações de ambas as equipes | Situação de bola ao alto, resolvida pela posse alternada. | Exige as condições de ambas as violações e do último lance. R1, 44.3.3; R2, 44-3–44-4, p. 116. |
A tabela não substitui a análise de faltas cometidas durante a cobrança, de outras séries pendentes ou de goaltending e basket interference. Tocar a bola em trajetória não é automaticamente a mesma infração que sair cedo de um lugar de rebote; o artigo 31 mantém seus critérios e consequências, apresentados no Bloco 7.
G. Situações especiais e leitura das interpretações
As quatro identificações da seção própria de R2 foram conferidas textualmente. São enunciados e exemplos oficiais, não exemplos autorais do portal: 44-1 distingue os lugares de rebote das posições externas; 44-2 esclarece que a equipe pode não ocupar seus lugares, mas deve respeitar as posições externas; 44-3 apresenta a situação de violações das duas equipes no último lance; 44-4 concretiza essa situação quando um defensor entra antes da soltura e o executante erra sem tocar o aro. A conclusão do último caso é situação de bola ao alto, não repetição automática em favor do ataque. (R2, 44-1–44-4, p. 116.)
Um último lance legal não convertido, sem nova interrupção ou penalidade posterior, pode dar lugar à disputa de rebote nas condições oficiais. Se a bola toca o aro e depois é legalmente tocada por um jogador antes de entrar na cesta, a cesta vale dois pontos, conforme 16.2.1; a palavra legalmente preserva as restrições do artigo 31. Não se ensina que todo desvio transforma o lance em dois pontos. (R1, 16.2.1, p. 22; 44.2.4–44.2.6, pp. 52–53.)
Em cobrança seguida de outro lance ou penalidade, a bola pode tornar-se morta assim que fica evidente que não entrará, nas condições de 10.3. Se um apito ocorre com a bola em voo em um lance livre por infração de alguém diferente do executante, 10.4 conserva a possibilidade da cesta. Portanto, apito não significa anulação automática, nem bola ainda em movimento significa autorização de disputa. (R1, 10.3–10.4, p. 17.)
H. Dúvidas frequentes
- O técnico pode escolher qualquer cobrador? Apenas nas hipóteses em que a regra permite sua designação. Para faltas de contato enumeradas em 44.2.1, cobra quem sofreu a falta, com as exceções de saída obrigatória ali previstas.
- Todos podem entrar na área assim que a bola sai da mão? Não. Há marcos diferentes para o executante, ocupantes dos lugares de rebote e jogadores nas posições externas; consultar o quadro da seção E.
- Todo erro no lance gera uma nova cobrança? Não. Conversão, agente, último lance e direitos posteriores mudam a consequência, conforme a seção F.
- Após toda cobrança a bola pertence ao adversário? Não. Um último lance errado pode permitir rebote; algumas penalidades incluem reposição da equipe que cobrou; outras séries podem ainda estar pendentes.
- Quem cobra um lance substitutivo é um substituto? Não por esse motivo. Em 44.3.3, a expressão significa uma nova tentativa pelo mesmo executante, substituindo a cobrança anterior.
I. Quatro exemplos hipotéticos autorais
Os exemplos seguintes são elaborações didáticas do portal, com equipes fictícias, sem reprodução dos casos oficiais.
- Cobrança regular e posições diferentes: na partida entre Horizonte e Ipê, H7 recebe a bola para o último lance de uma série, sem penalidade posterior. Ele solta dentro de cinco segundos, permanece atrás da linha e a bola toca o aro. Os ocupantes dos lugares de rebote aguardaram a soltura; os jogadores externos aguardam o término do lance. A movimentação deve respeitar o marco aplicável a cada grupo, e não um único sinal imaginário para todos. (R1, 44.2.3–44.2.5, pp. 52–53.)
- Substituição necessária: I4 sofreu uma pessoal que lhe concede dois lances, mas precisa deixar a partida por lesão. I8 entra como substituto e executa. I8 não pode ser novamente substituído antes de participar do próximo período com o relógio de jogo em andamento. O exemplo não determina diagnóstico ou prazo clínico. (R1, 44.2.1, p. 52; 19.3.8, p. 27.)
- Violação somente defensiva: no último lance de H5, sem outra penalidade pendente, I6 deixa seu lugar de rebote antes da soltura. H5 cumpre suas exigências, a bola toca o aro e não entra; não há outra violação. Concede-se lance substitutivo ao próprio H5, sem atribuição automática de ponto. (R1, 44.2.4, p. 52; 44.3.3, p. 53.)
- Cesta com violação do cobrador: I9 toca a linha antes de a bola entrar ou tocar o aro; a cobrança entra. Não há lances ou posse de penalidade posteriores. O ponto não vale e Horizonte repõe no prolongamento da linha de lance livre. Não basta observar a passagem da bola pela cesta para validar o ponto. (R1, 44.2.3, p. 52; 44.3.1, p. 53.)
J. Aplicação escolar autoral — organizar antes de decidir
- Objetivo: reconhecer executante, posições, marcos de movimentação e consequências condicionadas de uma cobrança.
- Público e adaptações: turmas de Educação Física, com quantidade de informações ajustada à leitura e aos conhecimentos da turma; começar por posições e acrescentar violações posteriormente.
- Materiais: cartões textuais, papel ou quadro; marcadores com palavras para executante, rebote e posições externas. Não é necessária cesta, bola ou diagrama regulamentar.
- Organização: pequenos grupos ou participação individual, sem deslocamento obrigatório; alternar leitura, organização das informações e justificativa.
- Desenvolvimento: ordenar uma sequência de cobrança; indicar quem espera soltura, aro/entrada ou término; analisar cartões completos e um incompleto, como “houve entrada antecipada e a bola não entrou”. No incompleto, pedir agente, momento, último lance e direito posterior antes de concluir.
- Inclusão e acessibilidade: oferecer texto ampliado, leitura oral, descrição das posições e respostas por fala, escrita, apontamento ou outros recursos acessíveis; permitir diferentes tempos de análise e apoio cooperativo.
- Segurança: sem cobrança motora obrigatória, contato físico, distração real de colegas, saltos ou disputa de rebote; não usar infrações esportivas como punições escolares.
- Avaliação: observar a justificativa e o reconhecimento de dados insuficientes, não a rapidez ou a habilidade de arremessar; permitir revisão da resposta após comparação com os dispositivos.
A organização dos cartões e as adaptações são proposta pedagógica autoral, não procedimento oficial da FIBA nem obrigação específica da BNCC. Se a turma experimentar uma cobrança em outra aula, alterações de distância, material ou organização devem ser identificadas como adaptações escolares.
K. Referências normativas e rastreabilidade
- R1 — Official Basketball Rules 2026, v1.1: artigo 44 integral: 44.1.1–44.1.2, p. 51; 44.2.1–44.2.4, p. 52; 44.2.5–44.2.6 e 44.3.1–44.3.3, p. 53. Consulta textual dirigida, com reaproveitamento e reconferência do recorte do Bloco 8. Consultar R1.
- Complementos delimitados de R1: 10.2–10.4, p. 17; 16.2.1, p. 22; 19.3.8, p. 27; 34.1.2 e 34.2.1–34.2.3, p. 42; 36.2.3–36.2.5, p. 44, e 36.3.2, p. 45; 37.2.2 e 38.2.2–38.2.4, p. 46; 39.3.3–39.3.4, pp. 47–48; 42.1.1–42.1.3 e 42.2.1–42.2.2, p. 50; 43.2, p. 51. Artigos 4, 12 e 31 retomados nos limites dos blocos já conferidos, sem nova pesquisa integral.
- R2 — Official Interpretations 2026, v1.0: 44-1–44-4, p. 116, seção própria conferida textualmente e utilizada na organização e nas situações especiais. Os resumos desses casos conservam a autoria oficial. Consultar R2.
- R4 — Official Basketball Rules Changes 2026, v1.1: apoio contextual já registrado no Bloco 8 para categorias técnicas e disruptive/flagrant, pp. 11–16. A administração do artigo 44 é fundamentada em R1/R2; o resumo de mudanças não substitui o texto final das regras. Consultar R4.
L. Limites e pendências preservados
- A consulta documental original foi textual e direcionada, não leitura integral dos PDFs. Posteriormente, as páginas 9 e 52 de R1 foram conferidas visualmente para a construção do diagrama didático autoral, conforme documentado no componente BasketballFreeThrowDiagram.astro. O recurso também foi verificado visual e funcionalmente na versão publicada, em desktop e na largura responsiva de 390 px, incluindo a rolagem horizontal, conforme a conferência informada pelo responsável pelo portal. Essas verificações não constituem validação normativa integral das fontes nem conferência de todos os seus diagramas e sinais.
- Tradução oficial em português não confirmada; explicações e termos em português são recursos didáticos. Erratas ou versões posteriores não foram verificadas de maneira abrangente.
- Permanecem as divergências anteriores sobre condutas de excluídos em R2, 36-30/36-31 versus 36-34, e sobre o artigo 29. Este bloco não cria reconciliação, registro de súmula ou regra universal de relógio.
- Substituições e tempos completos pertencem ao Bloco 11; combinações adicionais de faltas, correção de erros e procedimentos administrativos exigem seus fatos e dispositivos próprios. O artigo 45 não foi desenvolvido integralmente.
- A fundamentação do Bloco 8 foi reaproveitada sem alterar suas partes. Os exemplos não determinam penalidades de casos incompletos nem substituem decisões de arbitragem em competição.
Estado editorial: Guia educativo — versão introdutória, com referências e ressalvas documentais preservadas; não constitui certificação FIBA.