Quadros largos podem ser rolados na horizontal. Pelo teclado, coloque o foco no quadro e use as setas laterais.
A. Como analisar um caso sem omitir suas condições?
Uma resposta sobre regras precisa começar pela descrição do que aconteceu. “Pisou na linha”, “perdeu a bola” ou “o sinal soou” não informam, sozinhas, qual regra aplicar. É necessário identificar participantes, lugar, sequência, controle, estado da bola e momento da partida.
Este bloco reúne dezessete situações hipotéticas autorais, com equipes fictícias, para aplicar os conceitos dos Blocos 1–12. As perguntas, a organização dos fatos e as explicações são do portal; os dispositivos de R1 e as interpretações identificadas de R2 conservam sua natureza oficial. Não se apresenta uma situação autoral como novo caso oficial, tradução da FIBA ou decisão certificada.
Não foram selecionadas questões que dependam de solucionar as divergências documentais sobre excluídos, interrupções externas do artigo 29 ou os marcos controversos de recuperação durante tempo debitado. Também não se produzem respostas sobre erros corrigíveis sem pesquisa específica completa de seus requisitos.
B. Um roteiro curto para perguntar melhor
| Informação a procurar | Pergunta útil | Por que muda a análise? |
|---|---|---|
| Participante e condição | É jogador, substituto, excluído, técnico ou oficial de mesa? | Poderes, habilitação e atribuições não são iguais. |
| Bola e controle | Está viva ou morta? Alguém só tocou ou efetivamente controlou? | Toque, controle e direito à reposição são conceitos diferentes. |
| Lugar | Qual linha, área ou ponto foi tocado? Onde estavam os pés? | Linha limítrofe e linha de três pontos têm efeitos próprios. |
| Sequência e momento | O fato ocorreu antes ou depois da soltura, sinal, toque ou autorização? | A mesma ação aparente pode ter consequências diferentes conforme a ordem. |
| Contexto administrativo | Qual período, saldo de tempos, contagem coletiva e direito posterior? | A consequência não se deduz apenas do nome da infração. |
O roteiro é um recurso didático autoral, não substitui os dispositivos. Se uma informação decisiva faltar, a resposta adequada pode ser “não há dados suficientes”, seguida do que precisa ser esclarecido.
C. Situações para aplicar os conceitos
1. O primeiro quarto começa quando a bola é tocada?
- Situação concreta: na partida fictícia entre Aurora e Vale, o principal lança a bola ao alto; só depois ocorre o toque legal de uma saltadora.
- Fatos relevantes: distinguir a soltura pelo principal do toque legal, sem infração entre esses acontecimentos.
- Regra e resposta: o primeiro quarto começa na soltura da bola pelo principal; o cronometrista inicia o relógio de jogo no toque legal. Bola viva e relógio em andamento não começam necessariamente juntos.
- Condição que altera a resposta: para os demais quartos e prorrogações, o marco de início é a bola à disposição na reposição; a contagem do relógio continua dependente do acontecimento próprio.
- Referência: R1, 9.1–9.2, p. 16; 10.2, p. 17; 50.2, p. 60. Retomar Blocos 4 e 12.
2. Um passe no ar significa que ninguém tem controle da equipe?
- Situação concreta: A6 controla uma bola viva e passa para A9; antes da recepção, a bola está entre as duas, sem outro toque ou interrupção.
- Fatos relevantes: é passe entre companheiras, não arremesso, bola morta ou controle adversário.
- Regra e resposta: o controle da equipe continua durante o passe, embora a bola não esteja naquele instante nas mãos de uma jogadora.
- Condição que altera a resposta: a soltura em arremesso ou lance livre encerra o controle da equipe; o controle adversário e a bola morta também são marcos de término.
- Referência: R1, 14.1.1–14.1.3, p. 20. Retomar Bloco 6, Parte 1.
3. O sinal do relógio de arremesso anula uma cesta em voo?
- Situação concreta: V8 solta uma tentativa legal de dois pontos antes do sinal do relógio de arremesso; o sinal soa com a bola em voo, que entra por cima e atravessa integralmente a cesta, sem contato posterior, falta ou outra infração.
- Fatos relevantes: soltura anterior ao sinal e conclusão legal da tentativa; não há controvérsia sobre interrupção externa ou reinício do relógio.
- Regra e resposta: a cesta vale dois pontos nessa sequência; o sinal não anula automaticamente o arremesso já em voo.
- Condição que altera a resposta: soltura depois do prazo, bola que erra o aro, contato posterior ou interferência exigem examinar seus próprios requisitos; não se transporta a resposta para essas hipóteses.
- Referência: R1, 10.4, p. 17; 16.1.1 e 16.2.1, pp. 21–22; 29.1.1–29.1.2, pp. 32–33; apoio de R2, 29/51-1, p. 60. Retomar Blocos 5 e 7.
4. Um pé sobre a linha de três pontos permite cesta de três?
- Situação concreta: A5 recebe parada, com um pé tocando a linha de três e o outro na área de dois; arremessa sem salto, mantendo essa localização na soltura. A tentativa é válida e convertida, sem outra infração.
- Fatos relevantes: linha de três, contato dos pés e localização regulamentar na soltura; não é a linha lateral.
- Regra e resposta: vale dois pontos. A linha de três não integra a área de três pontos; não basta parecer distante da cesta.
- Condição que altera a resposta: uma soltura da área de três pode valer três; em salto, considerar a localização conservada desde o último contato com o piso. Não basta saber onde a pessoa aterrissou.
- Referência: R1, 2.5.4, p. 8; 11.1, p. 18; 16.2.1, p. 22. Retomar Blocos 2 e 5.
5. Depois de segurar a bola, um toque defensivo sempre libera outro drible?
- Situação concreta: V4 dribla, para e deixa a bola repousar nas duas mãos. A2 encosta na bola sem retirá-la de seu controle; V4 continua segurando e pretende começar outro drible, sem passe, arremesso ou perda de controle.
- Fatos relevantes: o primeiro drible terminou e não houve perda do controle; o toque defensivo não equivale a um desarme efetivo.
- Regra e resposta: V4 não pode iniciar o segundo drible nessa sequência; pode buscar uma ação legal, como passe, respeitados os apoios.
- Condição que altera a resposta: as perdas de controle enumeradas em 24.2 precisam ser efetivamente caracterizadas; não se ensina que toda bola que escapa permite recomeçar.
- Referência: R1, 24.1.2 e 24.2, pp. 29–30; apoio de R2, 24-5, p. 53, e 24-11, p. 54. Retomar Bloco 6, Parte 2A.
6. Levantar o pivô tem a mesma regra para driblar e passar?
- Situação concreta: A8 recebe parada com ambos os pés no piso. Ao levantar o direito, estabelece o esquerdo como pivô. Para começar um drible, levanta o esquerdo antes de soltar a bola.
- Fatos relevantes: recepção parada, pivô já estabelecido e início de drible; não é recepção em movimento.
- Regra e resposta: há deslocamento irregular, pois nessa situação o pivô não pode levantar antes da soltura para iniciar drible.
- Condição que altera a resposta: para passar ou arremessar pode saltar a partir do pivô, mas nenhum pé pode retornar ao piso antes da soltura. Isso não cria uma autorização universal de dois passos ou de iniciar drible após levantar o pivô.
- Referência: R1, 25.1.1 e 25.2.1, p. 30. Retomar Bloco 6, Parte 2B.
7. Ficar mais de três segundos na área restritiva é sempre violação?
- Situação concreta: com relógio de jogo correndo, Aurora controla bola viva na quadra de ataque; A3 fica quatro segundos consecutivos na área restritiva adversária, sem tentar sair, sem a situação de arremesso prevista e sem o drible para finalizar contemplado pela ressalva.
- Fatos relevantes: controle na frente, bola viva, relógio correndo e ausência das tolerâncias aplicáveis.
- Regra e resposta: a sequência caracteriza a violação dos três segundos. Para estabelecer-se fora, os dois pés devem estar no piso fora da área restritiva.
- Condição que altera a resposta: durante uma reposição antes de o relógio começar, não basta o tempo de permanência para aplicar 26.1.1; também existem as tolerâncias expressas de 26.1.2. Isso não elimina o prazo próprio da reposição.
- Referência: R1, 26.1.1–26.1.3, p. 31; apoio de R2, 26-3–26-5, p. 56. Retomar Bloco 7, Parte 2.
8. Uma saída da bola sempre devolve oito segundos inteiros?
- Situação concreta: Vale driblou quatro segundos na defesa quando Aurora desviou a bola para fora; Vale mantém direito à reposição na defesa, sem outro acontecimento que altere essa administração.
- Fatos relevantes: mesma equipe, mesmo direito na defesa e interrupção por saída da bola, após quatro segundos já consumidos.
- Regra e resposta: o período de oito segundos continua com quatro restantes nessa sequência; a saída não cria novo período completo.
- Condição que altera a resposta: mudança efetiva de controle, outro motivo de interrupção ou reposição em lugar diferente exigem identificar a regra correspondente. Não se decide o relógio de arremesso por analogia com essa contagem.
- Referência: R1, 28.1.1 e 28.1.3, p. 32. Retomar Bloco 7, Parte 3.
9. Receber com um pé na linha lateral mantém a bola em jogo?
- Situação concreta: em uma reposição lateral, V6 recebe o passe em outro ponto, com um pé tocando a linha limítrofe; não há infração anterior ou outra penalidade.
- Fatos relevantes: a linha é lateral, o contato com ela ocorre no recebimento e não apenas depois de soltar a bola.
- Regra e resposta: V6 está fora; a bola fica fora ao tocá-la. Aurora recebe reposição perto do contato de V6 com a linha, não necessariamente no lugar da reposição original.
- Condição que altera a resposta: se o passe saísse diretamente sem tocar jogador em quadra, a violação seria do executante, com reposição adversária no lugar original.
- Referência: R1, 23.1.1–23.2.2, p. 29; 17.4, p. 24; R2, 17-34–17-35, p. 41. Retomar Blocos 7 e 10.
10. Toda falta pessoal dá dois lances livres?
- Situação concreta: no segundo quarto, V2 comete pessoal defensiva contra A7, que dribla fora do ato de arremesso. É a terceira falta coletiva de Vale; a bola estava em jogo, sem falta dupla ou outra penalidade.
- Fatos relevantes: pessoal defensiva fora do ato, terceira coletiva e ausência da hipótese específica de falta na reposição.
- Regra e resposta: Aurora repõe do lugar mais próximo da infração, não recebe automaticamente dois lances.
- Condição que altera a resposta: se fosse pessoal seguinte à entrada na penalidade coletiva, com os demais fatos preservados, haveria dois lances; ato de arremesso, equipe com controle ou falta na reposição têm condições próprias.
- Referência: R1, 34.1.1–34.2.3, p. 42; 42.1.1 e 42.2.1–42.2.2, p. 50. Retomar Blocos 8 e 9.
11. Duas técnicas sempre causam GD? “Antidesportiva” é uma categoria única em 2026?
- Situação concreta: A4, jogadora habilitada sem faltas anteriores, recebe em momentos distintos uma técnica categoria 2 e uma categoria 1, classificadas pela arbitragem, sem flagrant, desqualificante ou outra ocorrência.
- Fatos relevantes: agente é jogadora, categorias diferentes e total de duas faltas; não se trata de técnico, banco ou excluído.
- Regra e resposta: essa combinação não produz GD por si; categoria 2 não integra aquela acumulação. Na edição 2026, disruptive e flagrant têm definições próprias, e “antidesportiva” usada informalmente não substitui sua classificação.
- Condição que altera a resposta: duas categorias 1, duas flagrant ou uma de cada produzem a acumulação prevista; quinta falta total e desqualificante autônoma são fundamentos diferentes. Não se generaliza a resposta para condutas de excluídos.
- Referência: R1, 36.2.1 e 36.2.3–36.2.5, pp. 43–44; 37.1.1–38.2.4, pp. 45–46; 41.1, p. 50; R4, pp. 11–16. Retomar Bloco 8.
12. A soltura do lance livre libera todo mundo para avançar?
- Situação concreta: V9 executa o último lance, sem penalidade posterior. A bola sai das mãos, mas ainda não tocou o aro nem entrou na cesta; V9 pisa na linha de lance livre. A cobrança depois entra, sem outra infração.
- Fatos relevantes: quem avançou foi o próprio executante e o contato com a linha precedeu aro ou entrada.
- Regra e resposta: há violação do executante e o ponto não vale; Aurora recebe reposição no prolongamento da linha de lance livre, nas condições indicadas.
- Condição que altera a resposta: para ocupantes dos lugares de rebote, o marco de movimentação é a soltura; jogadores externos aguardam o término. Outras cobranças ou direitos de posse posteriores mudam a administração.
- Referência: R1, 44.2.3–44.2.6 e 44.3.1, pp. 52–53. Retomar Bloco 9.
13. Passar atrás da linha de fundo reinicia os cinco segundos?
- Situação concreta: após cesta válida de Aurora, sem penalidade posterior, V1 recebe a bola atrás de sua linha de fundo e passa a V5, também fora; V5 ainda não a colocou em quadra.
- Fatos relevantes: é a retomada daquela cesta, não reposição em ponto designado após infração.
- Regra e resposta: o passe entre companheiras é permitido nessa hipótese, mas a contagem é única desde a disposição ao primeiro jogador; não começa novo prazo a cada passe.
- Condição que altera a resposta: a reposição em lugar designado não recebe automaticamente essa liberdade de transferência ou deslocamento lateral ao longo da linha de fundo.
- Referência: R1, 17.2.10 e 17.3.1, p. 23; apoio de R2, 17-10–17-11, p. 35. Retomar Bloco 10.
14. Primeiro toque e primeira posse alternada são a mesma coisa?
- Situação concreta: na bola ao alto inicial, A2 toca legalmente, V3 apenas desvia e A6 é a primeira a segurar e controlar a bola viva. Não há controle anterior nem infração.
- Fatos relevantes: primeiro toque é de A2, mas o controle só é estabelecido por A6; V3 não controlou.
- Regra e resposta: Aurora obteve o primeiro controle da equipe; Vale tem o direito à primeira reposição por posse alternada. Esse direito não decorre apenas de quem tocou primeiro.
- Condição que altera a resposta: se Vale tivesse estabelecido o primeiro controle, o direito inicial seria de Aurora. Posterior troca comum de controle não inverte a seta por si só.
- Referência: R1, 12.6.2 e 12.6.4, p. 19; 14.1.1, p. 20. Retomar Blocos 4 e 10.
15. Quem marcou pode pedir tempo ou substituir porque o relógio parou?
- Situação concreta: Aurora marca aos 1:30 do quarto quarto. O relógio para por essa cesta. Só Aurora pede tempo e substituição; Vale não pede nada, e o árbitro não interrompe por outro motivo.
- Fatos relevantes: equipe que marcou, últimos dois minutos e ausência de outra oportunidade.
- Regra e resposta: a parada após sua própria cesta não concede, sozinha, tempo ou substituição a Aurora nessa situação.
- Condição que altera a resposta: se Vale recebe tempo, ou substitui na oportunidade própria, surgem as possibilidades condicionadas das duas equipes; outra interrupção do árbitro também precisa ser examinada.
- Referência: R1, 18.2.8, p. 25; 19.2.2 e 19.2.5, p. 26; apoio de R2, 18/19-3–18/19-4, p. 46. Retomar Bloco 11.
16. Recuperar-se durante o tempo desfaz uma troca já concluída?
- Situação concreta: V7 saiu por lesão e V10 entrou legalmente; depois é concedido tempo. V7 recupera-se e quer voltar nessa mesma interrupção. Vale não está reduzida a menos de cinco e não há correção de erro ou outra exceção.
- Fatos relevantes: a troca já foi efetivada e ainda não houve trecho de relógio em andamento.
- Regra e resposta: a recuperação não autoriza esse retorno imediato; aplicar a restrição até a bola ficar morta após o próximo trecho com relógio de jogo correndo.
- Condição que altera a resposta: fatos anteriores ao chamado e entrada pertencem à ressalva específica do Bloco 11 sobre 5.7 e 5-14–5-15. Este exemplo não resolve aquela diferença temporal nem avalia clinicamente a recuperação.
- Referência: R1, 19.2.4, p. 26; R2, 5-15(b), p. 12. Retomar Bloco 11.
17. O sinal da mesa autoriza a entrada ou encerra o jogo?
- Situação concreta: A8 pediu substituição em oportunidade válida. O cronometrista sinaliza, mas o árbitro ainda não apitou nem a chamou; A8 aguarda fora.
- Fatos relevantes: é sinal de pedido do cronometrista, não apito do árbitro ou sinal automático de término do período.
- Regra e resposta: aguardar a autorização de entrada é correto. Esse som não encerra a partida, não para sozinho o relógio nem torna a bola morta por si.
- Condição que altera a resposta: se alguém apenas diz “o sinal soou”, faltam a origem do sinal, estado da bola, controle e momento; não se conclui automaticamente que houve violação ou fim de período.
- Referência: R1, 19.3.3–19.3.4, p. 26; 50.1, p. 60; distinção de 9.7 e 51.5, pp. 17 e 62. Retomar Bloco 12.
D. Quando a melhor resposta é pedir mais informações?
| Relato incompleto | Informação que falta | Conclusão que deve ser evitada |
|---|---|---|
| “Deu dois passos.” | Momento do controle, recepção ou fim do drible, apoios, parada e ação pretendida. | Julgar legal ou ilegal apenas contando contatos aparentes. |
| “Invadiu no lance livre.” | Quem, em qual momento, resultado, último lance e penalidade posterior. | Repetir sempre ou anular sempre. |
| “Teve contato.” | Legalidade, ação, vantagem/desvantagem e condições para a categoria. | Chamar todo contato de pessoal ou técnica. |
| “Ficou três segundos.” | Área, controle na frente, relógio e tolerâncias. | Aplicar contagem a qualquer permanência. |
| “Já pode voltar.” | Habilitação, troca efetivada, oportunidade, autorização e condições de saúde pertinentes. | Converter recuperação ou opinião de colega em autorização regulamentar. |
As linhas são propostas autorais de análise, não decisões de arbitragem sobre acontecimentos reais. A falta de dados não é autorização para preencher o relato com a hipótese mais conveniente.
E. Dúvidas sobre como utilizar as respostas
- A resposta serve para toda situação parecida? Serve para os fatos descritos. A condição que poderia mudá-la integra a resposta e não deve ser retirada ao preparar um cartão.
- Posso usar as mesmas respostas em NBA, 3x3 ou minibásquete? Não automaticamente; o recorte pesquisado é FIBA 5x5.
- Uma interpretação de R2 é exemplo autoral? Não. Quando citada, continua sendo interpretação oficial; o cenário fictício e a explicação produzidos aqui são identificados como elaboração didática.
- Conhecer a regra basta para julgar um vídeo incompleto? Não. Ângulo, momento e fatos ausentes podem impedir a conclusão; este material não dá acesso automático ao IRS ou ao procedimento de correção de erros.
- Uma pendência antiga significa que nada foi pesquisado depois? Não. Os registros anteriores documentam suas etapas; as pendências atuais estão identificadas nos blocos recentes e no fechamento deste lote.
F. Atividade escolar autoral — responder e mudar uma condição
- Objetivo: justificar uma resposta com fatos e referência, identificando o que mudaria a decisão e quando não há informação suficiente.
- Público e adaptações: turmas de Educação Física, com seleção de três ou quatro situações por rodada; começar por linha e controle, acrescentando tempo, lances livres e participação conforme a familiaridade.
- Materiais: cartões textuais autorais baseados nas situações, papel e quadro; versões completas e versões com um dado retirado. Não é necessário vídeo, equipamento eletrônico ou quadra.
- Organização: grupos ou análise individual com alternância de leitura, localização da regra e apresentação; ninguém precisa executar a jogada.
- Desenvolvimento: apresentar fatos, pedir resposta e condição que a alteraria; depois retirar um dado decisivo ou modificar somente um, como trocar linha de três por lateral. Comparar as conclusões e solicitar informação adicional nos cartões incompletos.
- Inclusão e acessibilidade: leitura oral, fonte ampliada, descrição das posições e respostas por fala, escrita, apontamento ou recurso acessível; permitir consulta, apoio cooperativo e tempos diferentes.
- Segurança: sem encenação de lesões, contatos, faltas, quedas ou discussões; usar participantes fictícios, sem julgar publicamente conflitos ou desempenho de estudantes.
- Avaliação: observar identificação dos fatos, justificativa e reconhecimento da insuficiência de dados; não premiar rapidez ou acerto por adivinhação.
A seleção de cartões, os agrupamentos e os ajustes são adaptação pedagógica autoral, não procedimento oficial da FIBA ou obrigação específica da BNCC. Uma resposta pode ser revista ao surgir um novo fato relevante.
G. Fontes, condições e limites documentais
- R1 — Official Basketball Rules 2026, v1.1: dispositivos selecionados por situação: 2.5.4, p. 8; 9.1–9.2, p. 16, e 9.7, p. 17; 10.2–10.4, p. 17; 11.1, p. 18; 12.6.2–12.6.4, p. 19; 14.1.1–14.1.3, p. 20; 16.1.1, p. 21, e 16.2.1, p. 22; 17.2.10 e 17.3.1, p. 23, e 17.4, p. 24; 18.2.8, p. 25; 19.2.2–19.2.5 e 19.3.3–19.3.4, p. 26; 23.1.1–23.2.2, p. 29; 24.1.2 e 24.2, pp. 29–30; 25.1.1 e 25.2.1, p. 30; 26.1.1–26.1.3, p. 31; 28.1.1 e 28.1.3, p. 32; 29.1.1–29.1.2, pp. 32–33; 34.1.1–34.2.3, p. 42; 36.2.1 e 36.2.3–36.2.5, pp. 43–44; artigos 37–38, pp. 45–46; 41.1 e 42.1.1–42.2.2, p. 50; 44.2.3–44.3.1, pp. 52–53; 50.1–50.2, p. 60; 51.5, p. 62. Reaproveitamento dos registros dos Blocos 1–12 e consulta pontual dos fatos selecionados. Consultar R1.
- R2 — Official Interpretations 2026, v1.0: apoios identificados, sem apropriação dos casos como autorais: 5-15(b), p. 12; 17-10–17-11, p. 35, e 17-34–17-35, p. 41; 18/19-3–18/19-4, p. 46; 24-5, p. 53, e 24-11, p. 54; 26-3–26-5, p. 56; 29/51-1, p. 60. A seleção não equivale a nova leitura integral de R2. Consultar R2.
- R4 — Official Basketball Rules Changes 2026, v1.1: pp. 11–16, somente para contexto das categorias técnicas, disruptive e flagrant já conferido no Bloco 8. O texto final de R1 e os casos pertinentes de R2 fundamentam as respostas; não se substitui a regra pelo resumo de mudanças. Consultar R4.
- Limites preservados: pesquisa textual e dirigida, sem leitura integral ou conferência visual dos PDFs; tradução oficial em português não confirmada; erratas e versões posteriores sem verificação abrangente. Continuam as divergências do artigo 29, de R2 sobre excluídos e dos marcos R1, 5.7/R2, 5-14–5-15. Não se apresentam respostas definitivas para esses pontos. O artigo 45, IRS e protestos completos não foram pesquisados para novos casos deste bloco.
Estado editorial: Guia educativo — versão introdutória. Os cenários aplicam o recorte pesquisado e não certificam decisões de jogos reais.